quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Investimento na área de petróleo em Santa Catarina -"Gás para Santa Catarina"

FIESC cobra política que permita ampliar oferta de gás para SC A+ a- Tweet Publicado em: 19/08/2013
http://www2.fiescnet.com.br/web/pt/site_topo/principal/noticias/show/page/1/tipoNoticia/2/id/11847/portalId/1 FIESC cobra política que permita ampliar oferta de gás para SC A+ a- Tweet Publicado em: 19/08/2013 Reunião do Codesul foi realizada na FIESC, em Florianópolis (foto: Filipe Scotti/FIESC) Florianópolis, 19.8.2013 - O presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), Glauco José Côrte, reforçou ao Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) a necessidade de ampliação do suprimento de gás natural para Santa Catarina. Os quatro estados que o integram (SC, PR, RS e MS) realizaram reunião, nesta segunda-feira (19), na Federação, em Florianópolis. "Já temos investimentos que estão sendo inibidos por falta do insumo. Se não cuidarmos disso rapidamente, sem dúvida, teremos impacto negativo não só no investimento, como na geração de emprego e renda na região. Precisamos de uma política governamental clara para esse setor, que contemple inclusive a liberação da entrada de novos players e o próprio fortalecimento da Agência Reguladora (Agesc)", afirmou. Côrte também apoiou a recriação da Sudesul (Superintendência de Desenvolvimento da Região Sul) ou a formação de estrutura semelhante, com a instituição de um fundo constitucional para promover o desenvolvimento da região. "Sabemos do esforço dos governadores em relação aos dois assuntos, mas é nosso dever pedir urgência e prioridade nesses encaminhamentos", enfatizou. O diretor-presidente da SC Gás, Cosme Polêse, afirmou que há uma lista de 60 empresas esperando pelo aumento da oferta do combustível para serem atendidas. "Coloco na agenda essa questão da energia como prioridade no curto, médio e longo prazo. Isso retrata a realidade dos três Estados do Sul", declarou. Ele destacou ainda que são necessárias ações urgentes para aumentar a oferta do insumo e a capacidade de transportá-lo na região. Também alertou para o aumento dos custos para trazer o gás que vem da Bolívia. "Hoje estamos com o preço do gás 20% mais caro em relação ao gás nacional. É uma demonstração de um tratamento desigual. A Petrobras importa o gás da Bolívia e repassa ao Sul com fórmula de cálculo diferente da aplicada no gás que ela produz", ressaltou. Durante a apresentação sobre o panorama do gás natural em Santa Catarina, o assessor da SC Gás, Leonardo Estrella, destacou que os três Estados do Sul operam no limite da capacidade. "Santa Catarina compra da Petrobras até 2 milhões de metros cúbicos por dia, mas no dia 26 de julho, por exemplo, o pico ultrapassou esse valor. Se não aumentar a oferta de gás, não teremos como atender, principalmente o setor industrial", alertou. Representado pelos governadores de Santa Catarina, Raimundo Colombo, e do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, além dos vices do Paraná, Flávio José Arns, e do Mato Grosso do Sul, Simone Tebet, o Codesul aprovou carta que será enviada à Petrobras. O documento cobra da estatal uma alternativa, que pode ser a construção em um dos portos do Sul de uma estrutura para receber o combustível liquefeito, o chamado GNL. "A falta de gás limita o crescimento da indústria. É uma energia estratégica, fundamental. Há uma procura muito grande, por isso, tem que oferecer esse produto na quantidade necessária", afirmou Colombo. "Precisamos ter uma definição, caso contrário seguramente teremos uma crise na produção industrial em função da energia nos próximos três ou quatro anos", afirmou. Sudesul: Na reunião desta segunda-feira houve consenso sobre a importância de se instituir a agência e foi definido que o BRDE vai propor a estrutura. "Tem que ser novo tipo. Não pode ser um mostrengo que devora seu próprio orçamento. A moldagem deve ser moderna, ágil e em rede para que tenhamos uma agência modelo e exemplar para o desenho institucional para outros órgãos do país", disse Genro. "A gente carece de uma agência dessa natureza. Essa articulação deve acontecer e o Paraná é amplamente favorável. O desenvolvimento regional depende dessa iniciativa", ressaltou Arns. "Todos somos a favor da Sudesul, mas ganha corpo com a proposta do Tarso. Esse ano tem que sair. A Sudesul poderia ajudar já na questão do gás", afirmou Raimundo Colombo. O Mato Grosso do Sul não participa diretamente desta iniciativa, pois o Estado já integra a Sudeco (Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste). No entanto, a vice-governadora afirmou que endossa a causa. "Já se tem no Centro-Oeste, Norte e Nordeste. É uma estrutura enxuta, mas extremamente eficiente. É significativo e importante que o Sul tenha a sua agência", afirmou. A Sudesul foi extinta em 1990 e já existe um projeto de lei (261/2007) tramitando no Senado com a proposta de sua recriação. Codesul em números (SC, PR, RS e MS) - 2º maior PIB do Brasil, representado 18% do total nacional; - Segunda região do país em exportações; - Reúne 30,2 milhões de habitantes; - Mais de 2,5 milhões de pessoas trabalham no setor industrial; - A região (SC, PR, RS e MS) recolheu R$ 97 bilhões em tributos federais no ano passado. O valor representa 13,3% do total nacional.      

quinta-feira, 25 de março de 2010

Reativação de Investimento em Santa Catarina

Petrobras inicia Teste de Longa Duração (TLD) das áreas de Tiro e Sídon
Companhia também comemorou extração do primeiro óleo no pós-sal dessas áreas, em projeto que dará continuidade ao desenvolvimento das jazidas do Pólo Sul da Bacia de Santos, em Santa Catarina
A Petrobras comunica o início do Teste de Longa Duração (TLD) das áreas de Tiro e Sídon, na Bacia de Santos, através da instalação da plataforma semi-submersível SS-11 Atlantic Zephyr, com capacidade de produzir 20 mil barris de petróleo por dia (bpd) e para tratamento de 475.720 m3 de gás por dia.

As jazidas de Tiro e Sídon foram descobertas em julho e setembro de 2009, respectivamente, e estão localizadas no bloco exploratório BM-S-40 (100% Petrobras), na região Sul da Bacia de Santos, a cerca de 210 quilômetros da costa. As jazidas estão em área de águas rasas, no pós-sal, a uma profundidade de 2.100m e profundidade de aproximadamente 250 metros.

O volume recuperável estimado das acumulações é de aproximadamente 150 milhões de barris de óleo equivalente. Os primeiros resultados indicam a presença de óleo de boa qualidade (34º API). A produção do TLD, estimada em 10 mil bpd, será estocada inicialmente no FSO Avaré e transferida em seguida para o continente por navios aliviadores.

O TLD de Tiro e Sídon será feito em duas etapas: (i) produção no poço 1-SPS-56, na acumulação de Tiro, por um período de 12 meses; (ii) teste do poço 1-SPS-57, na área de Sídon, por igual período.

As atividades exploratórias na região contemplam ainda a perfuração do poço SCS-13, localizado a leste de Tiro e Sídon, no Bloco BM-S-12, ao longo do segundo trimestre de 2010. A atividade de perfuração já realizada neste poço indicou presença de hidrocarbonetos e potencial na região pré-sal, que será o objetivo desta nova perfuração. Os resultados são esperados para o segundo semestre.

Já os resultados a serem obtidos com o TLD de Tiro e Sídon, somados à avaliação dos volumes recuperáveis de outros campos próximos, como Cavalo Marinho, Caravela e Estrela do Mar, serão importantes para definir o desenvolvimento futuro das descobertas do Pólo Sul da Bacia de Santos e a viabilidade de instalação de um sistema integrado de produção na região.

A Petrobras também comemorou nesta segunda-feira (22/3), a bordo da plataforma semi-submersível SS-11 Atlantic Zephyr, e em evento no Hotel Sandri, em Itajaí (SC), o primeiro óleo extraído das acumulações de petróleo de Tiro e Sídon, na Bacia de Santos. Esse projeto dará continuidade ao desenvolvimento das jazidas do Pólo Sul da Bacia de Santos.

Além do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, e do diretor de Exploração e Produção da companhia, Guilherme Estrella, participaram das solenidades o secretário especial de Articulação Internacional de Santa Catarina, Vinícius Lummertz, representando o governador do Estado; o prefeito de Itajaí, Jandir Bellini; a senadora Ideli Salvatti, gerentes da Petrobras e convidados.


Também aconteceu o batismo da SS-11, que operará no Teste de Longa Duração (TLD) das áreas de Tiro e Sídon. A madrinha da plataforma é a Sra. Cristina Maria Teixeira Leite, técnica de contabilidade sênior da Petrobras.

Acesse aqui a apresentação detalhada sobre o TLD de Tiro e Sídon


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Comunicação Institucional

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

PERGUNTAS SOBRE A SITUAÇÃO DO PRÉ SAL EM SANTA CATARINA

JORNAL AMANHÃ
Economia | Negócios
terça-feira, 3 de novembro de 2009
O peso do sul no pré-sal
Que o sul tem muito a ganhar com a exploração do pré-sal, todo mundo sabe. Mas como a região pode pleitear uma fatia mais generosa no bolo dos royalties do novo petróleo brasileiro? É sobre isso que fala Henry Quaresma, diretor da Fiesc
Por: Marcos Graciani / Redação de AMANHÃ

Não são poucas as incertezas que rondam a definição do marco regulatório para a exploração de petróleo na camada pré-sal. Enquanto o projeto de lei encaminhado pelo governo federal ao Congresso não é aprovado - o que pode acontecer só no próximo ano -, alguns estados começam a se mobilizar na busca por fatias maiores no rateio dos royalties, hoje concentrados nos Estados produtores, com destaque para o Rio de Janeiro. A região sul, porém, ainda está à margem da partilha, como revela um estudo divulgado há pouco mais de um mês pela Federação das Indústrias catarinenses (Fiesc). No ano passado, por exemplo, a União distribuiu R$ 22 bilhões em royalties oriundos da exploração do petróleo. Desse total, apenas 0,6% foi para os estados do sul.
Na semana passada, a Fiesc complementou o estudo, apontando negócios que estarão direta ou indiretamente relacionados à exploração do pré-sal. Para entender que tipos de negócios são esses, o Portal AMANHÃ conversou com Henry Quaresma, diretor de relações industriais e institucionais da Fiesc, que falou ainda sobre a morosidade dos governos estaduais em pressionar o Executivo na questão da partilha dos royalties. Veja a entrevista:
Portal AMANHÃ - Como a região sul pode se beneficiar da exploração de petróleo na camada pré-sal?
Henry Quaresma - O aumento da exploração de petróleo e gás vai mexer com os mais diferentes setores. Esta fase inicial vai abrir muitas oportunidades de trabalho, que vão desde serviços e estruturas básicas para navios e plataformas até a parte mais refinada da indústria, que envolve eletrônica, computação etc. Depois, claro, outros setores também vão se beneficiar. Neste segundo momento, entra a cadeia têxtil, que vai fornecer uniformes para o pessoal dos estaleiros, por exemplo. O segmento de alimentação terá de crescer, assim como a indústria moveleira, já que os navios têm muito de mobiliário, geralmente. O espectro é grande. De indústria, podemos destacar a fabricação de peças para motores, turbinas, compressores, bombas, aço, solda, queimadores, reatores, separadores de água e óleo, entre outras. Tem ainda a parte de serviços de engenharia, que dá suporte para isso tudo. Inicialmente, podemos falar nestes segmentos.
Portal AMANHÃ - E o setor de refinarias?
Quaresma - Na minha visão de engenheiro químico, as refinarias vão se desenvolver bastante nos próximos 15 anos. Pelo simples fato que teremos muito petróleo bruto - logo, será preciso haver refino. Existe um campo de oportunidades para novas refinarias e para o setor petroquímico como um todo. É claro que esse cenário vai depender de condições políticas e, especialmente, da confirmação de que as reservas de petróleo são tão grandes quanto andam falando. Estamos vivendo a formação de um novo cluster no Brasil: indústria naval vinculada à indústria de petróleo e gás. Por causa deste novo cenário, a Fiesc está estruturando um programa que tem como objetivo atender melhor as demandas que estão por vir. Trata-se do GasPet, que atualmente reúne apenas fornecedores da indústria de gás e petróleo. Estamos reformulando o programa para incluir uma parte voltada à indústria de peças para o setor naval. Queremos fazer com que outros segmentos também possam se beneficiar. O empresário geralmente não sabe que um parafuso feito para a porta de um carro pode servir para uma porta de navio, por exemplo. Basta fazer uma adaptação.
Portal AMANHÃ - Como desenvolver um parque industrial em uma região que ainda se recente de problemas de infraestrutura logística básica?
Quaresma - É uma questão a ser pensada. Temos alertado os governos estaduais sobre necessidade de melhorar a infraestrutura. Estamos pedindo incentivos para este "novo setor" [indústria naval, petróleo e gás]. Mas, como o assunto é muito recente, tudo ainda está em fase embrionária. Queremos reforçar o segmento por meio do novo GasPet. De nossa parte, o Senai está se preparando para atender as demandas dos estaleiros. Para isso, já começa a oferecer novos cursos de capacitação profissional para o segmento.
Portal AMANHÃ - Outra discussão que tem repercutido bastante diz respeito à divisão dos royalties...
Quaresma - Sim, trata-se de um ponto bem critico. Defendemos o projeto da senadora Ideli Salvatti (PT-SC). O que ela propõe, na verdade, é uma mudança no critério da divisão. A principal alteração está no pedido para que os royalties sejam pagos aos municípios. Com o pré-sal, a participação das cidades catarinenses ficaria maior, já que de Florianópolis até o sul do Paraná há uma camada menor de sal. Teoricamente, seria mais fácil começar a exploração por ali.
Portal AMANHÃ - O que mais dificulta este debate em torno dos royalties?
Quaresma - Estados como o Rio de Janeiro e o Espírito Santo querem manter o processo da maneira como está. Além disso, pode se notar ausência de governadores que poderiam brigar por estes royalties. Agora, eles querem que se dividam os valores entre todos os Estados, o que era o projeto original.
Portal AMANHÃ - Qual seria o percentual ideal para Santa Catarina?
Quaresma - Não vou entrar no detalhe do que poderia ser ideal. O importante é dizer que, mudando legislação dos royalties, os municípios poderão receber e os Estados ganharão mais. É um assunto complexo e que ainda vai gerar muita discussão.
Portal AMANHÃ - As federações das indústrias de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul estão suficientemente articuladas para defender os interesses da região?
Quaresma - Profundamente, não. Mas temos tratado do assunto. Tivemos uma reunião entre as três federações cerca de um mês atrás. É um debate que tem este "rolo compressor" do governo federal com a nova empresa que será criada, além de outras questões paralelas que estão surgindo. Acho que tem de ter um trabalho mais forte dos governos dos estados do sul, pois o momento é de articulação. No fim, será ótimo economicamente para a região, pois hoje o Rio de Janeiro fica com quase a metade do valor distribuído em royalties.
Portal AMANHÃ - Como está o lobby junto ao governo federal para mudar a maneira como os royalties são distribuídos?
Quaresma - Bem, teria de haver uma sensibilização maior por parte da classe política - governadores, deputados estaduais e federais dos três Estados. Já discutimos este projeto aqui em Santa Catarina. Houve ação junto a parlamentares, mas é preciso ter um movimento maior por parte dos governos estaduais. E olha que isso não deixa de ser uma grande plataforma de trabalho para um candidato, pois é um negócio que só vai crescer.

ROYALTIES DO PRÉ SAL PARA SANTA CATARINA

ROYALTIES DO PRÉ SAL PARA SANTA CATARINA
JORNAL O GLOBO
Gabrielli defende melhor distribuição dos royalties no pré-sal
Plantão | Publicada em 09/11/2009 às 22h09m
Ramona Ordoñez
RIO - O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, defendeu há pouco mudança na forma de distribuição do pagamento dos royalties para beneficiar os estados e municípios não produtores de petróleo. Em palestra no Clube de Engenharia no Rio, Gabrielli disse que, na exploração do pré-sal, os estados mais beneficiados serão o Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo e, provavelmente, Santa Catarina, mas estados não produtores como o Acre poderiam receber um pouco mais.


- Acho que os critérios atuais deveriam ser mais equitativos. É claro que os estados onde a produção está localizada devem receber mais, é justo que eles recebam mais. Mas acho que é possível ter um pouco mais para os estados e municípios que não estão diretamente ligados à produção - disse Gabrielli.


Atualmente, os estados e municípios produtores ficam com 22,5% da receita dos royalties que são pagos pela produção de petróleo e gás no país. Segundo Gabrielli, neste momento ainda não é possível se prever qual será a oferta futura de gás natural que será produzido nos campos do pré-sal.

Isto porque segundo ele, a razão gás/óleo (o percentual de gás e de petróleo em um campo) é maior nos campos da Bacia de Santos do que os campos na Bacia de Campos. Ou seja, proporcionalmente o volume de gás é maior do que o volume de petróleo nos reservatórios do pré-sal.


- A razão gás/óleo é maior, mas a necessidade de injeção de gás nos campos é ainda maior. Tem relativamente mais gás do que o petróleo. Mas tudo isso vai depender do resultado dos Testes de Longa Duração (TLD) que estão sendo feitos em Tupi - explicou Gabrielli.

PRÉ SAL EM SANTA CATARINA

PRÉ SAL EM SANTA CATARINA

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

terça-feira, 15 de setembro de 2009

QUANDO VAMOS TER INVESTIMENTO EM ESTALEIROS EM SANTA CATARINA????




QUANDO VAMOS TER INVESTIMENTO EM ESTALEIROS EM SANTA CATARINA????

CENÁRIO BRASIL: Construção de 28 sondas em estaleiros nacionais
A Petrobrás confirmou que construirá 28 sondas para perfuração do pré-sal em indústrias nacionais. A entrega dos equipamentos só se dará entre 2013 e 2018 e em uma primeira fase serão construídas 9 sondas, sendo que 7 delas devem ser fabricadas em um único estaleiro. Estas informações foram divulgadas na cerimônia realizada na última sexta-feira (11/09), em Recife, que teve a presença do presidente Lula; do presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli; além do presidente da Transpetro, Sérgio Machado. O governo deve investir para a fabricação destas 28 sondas um total de R$ 4 bilhões. No evento foi decidido também a construção de 7 navios pela Transpetro com o Estaleiro Atlântico Sul, de Pernambuco, que faz parte do Promef (Programa de Modernização e Expansão da Frota) que terão um custo de cerca de US$ 1,5 bilhão. O projeto prevê a fabricação de 49 navios no Brasil que poderão gerar 40 mil empregos diretos e terão uma capacidade de 4 milhões de toneladas de porte bruto de transporte de óleo nas embarcações. Segundo a Transpetro, a frota brasileira de petroleiros é a quinta do mundo. Com esses investimentos públicos irá fazer renascer a indústria naval nacional e a marinha mercante que são setores importantes para o comércio de todos os países. (Jornal do Commércio/Redação)